segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Carteira teórica: o que é e como elas são montadas

Os índices do mercado financeiro são vistos por muitos investidores como uma espécie de termômetro para determinado segmento ou classe de ativos. Porém, para interpretá-los corretamente é fundamental conhecer a carteira teórica por trás dos seus resultados.

Todos os índices da bolsa de valores, como o IBOV (do ibovespa), possuem uma carteira teórica representativa na qual eles são baseados

O que é uma carteira teórica?

Uma carteira teórica é uma seleção de papéis formada com o objetivo de avaliar a performance de um classe de ativos no mercado financeiro.

Como o nome já diz, a carteira teórica não é um portfólio de investimentos real, mas sim um portfólio representativo.

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Logo, resumindo de forma prática o que é uma carteira teórica: é o grupo de ativos selecionados para a composição de um índice financeiro.

É importante deixar claro que a ponderação dos ativos na carteira de investimento teórica costuma ser feita de forma quantitativa, não qualitativa.

Exemplos de carteira teórica

Depois que compreendido melhor o conceito de carteira teórica, vale a pena conhecer alguns exemplos das carteiras teóricas dos principais índices do mercado financeiro nacional.

IBOV

O IBOV, conhecido popularmente também como índice Bovespa, é um dos principais indicadores do mercado financeiro nacional.

Basicamente, o grande objetivo desse índice é servir de termômetro para a bolsa de valores nacional.

Ou seja, a carteira teórica do IBOV é composta de forma que o resultado alcançado seja semelhante a uma performance geral da bolsa de valores.

Entre as empresas com maior peso dentro da carteira do IBOV, estão:

Percebe-se, portanto, que as maiores empresas do Brasil são aquela que possuem maior peso (influência) sobre o resultado da carteira.

SMLL

Diferente do IBOV, que é um índice de perfil generalista, o SMLL foca apenas na performance das Small Caps, empresas com menor nível de capitalização da bolsa de valores.

Por isso, a carteira teórica do SMLL é composta de forma que demonstre a performance média das small caps na bolsa de valores.

De forma semelhante ao IBOV, quanto maior o valor de mercado e a liquidez da companhia, maior será o peso das suas ações na composição deste índice.

Entre as principais empresas que compões a carteira do SMLL, estão:


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IBRX 100

Além das duas carteiras citadas acima, é importante conhecer o que compõe a carteira teórica do IBRX, outro dos principais índices do mercado financeiro brasileiro.

O IBRX é resultado de uma carteira teórica de ativos composta pelos 100 ativos de maior negociabilidade da bolsa de valores.

Portanto, quanto maior a negociabilidade do ativo, que pode ser lida como volume de negociação, maior será o peso do ativo na carteira do IBRX.

Entre as principais empresas que compõem o IBRX, estão:

Esse artigo te ajudou a entender melhor o que é uma carteira teórica? Deixe dúvidas e comentários no espaço abaixo.

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Agentes do mercado financeiro: saiba quem são os principais

Todo mercado é formado por várias entidades, empresas e participantes que, dentro dele, desempenham papeis específicos para o seu funcionamento. como os agentes do mercado.

Quem ainda está conhecendo o mercado de capitais pode não estar familiarizado com todas as entidades que atuam como agentes do mercado.

O que são agentes do mercado?

Agentes de mercado são as instituições e participantes, sejam públicos ou privados, que desempenham que atuam de alguma forma nos investimentos, negociações e atividades do mercado financeiro.

A maioria destes agentes do mercado financeiro são bastante conhecidos, até mesmo por quem não atua em tal segmento.

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Quem são os agentes do mercado no Brasil?

O sistema financeiro e mercado de capitais brasileiro conta com uma estrutura própria, construída ao longo dos anos para dar maior segurança e estabilidade, dentro do possível, a este segmento.

No Brasil, estes agentes são:

Banco Central

O Banco Central do Brasil (Bacen) é responsável por estabelecer a política monetária do país, criando regras e também administrando as reservas financeiras da nação.

Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

A CVM, por sua vez, é quem regula o mercado de capitais, criando regras e determinando o que pode ou não ser feito ali pelos demais agentes do mercado. Além de fiscalizar o cumprimento destas determinações por instituições e mercados financeiros.

Conselho Monetário Nacional (CMN)

O CMN, por sua vez, é o principal órgão regulador do sistema financeiro, uma vez que cabe a ele normatizar o mercado como um todo, criando e supervisionando as regras da economia do Brasil.

Ele é formado pelo ministro da Economia, que o preside; o presidente do Banco Central; e o secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia.

Sua composição foi alterada em 2019, após a unificação dos ministérios da Fazenda e do Planejamento no Ministério da Economia.

Bolsa de Valores

A bolsa de valores é o ambiente no qual ocorrem as negociações de papéis dentro do mercado de capitais, sendo a principal delas, no Brasil, a B3.


Valuation e precificação de ativos

Instituições Financeiras

Já as instituições financeiras são os bancos e corretoras de valores, que funcionam como intermediários no processo de compra e venda de papéis e ofertam uma série de outros serviços financeiros.

Fundos de Investimento

Os fundos de investimentos são sociedades criadas com o objetivo de fazer aplicações financeiras para, com isso, obter o melhor rendimento possível. Um bom exemplo disso são os fundos imobiliários.

Emissores de títulos

Já os emissores de títulos são as empresas e entidades que ofertam seus papeis no mercado.

Pessoa Física

Por fim, a pessoa física costuma atuar como operador do mercado financeiro, trabalhando nas mesas de negociação, onde ocorrem as compras e vendas de papeis.

Se você tem dúvida sobre os agentes do mercado ou aspecto específico deste segmento, deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.


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ETF IB5M11: entenda o que é e como investir nesse fundo de índice

Para quem investe na bolsa de valores e deseja ter uma diversificação em ativos de renda fixa uma boa opção são as ETFs. Eles normalmente seguem algum índice, sendo que um dos ETFs desse mercado é o ETF IB5M11.

Desse modo, para quem pretende investir no mercado financeiro, mas não possui tempo para analisar ativos mais a fundo, o ETF IB5M11 pode ser uma boa opção de investimento em estratégias de longo prazo.

O que é o ETF IB5M11?

O IB5M11 (Fundo IT Now IMA-B5+ Fundo de Índice) é um ETF, administrado pelo Banco Itaú (ITUB4) que replica o IMA-B5+ — um índice que representa todos os títulos públicos atrelados à inflação, com prazo igual ou superior a 5 anos.

O objetivo deste ETF é possibilitar ao investidor adquirir em uma única operação diversos títulos públicos que são negociados em bolsa de valores. Sendo que a cotação do ETF IB5M11 varia juntamente com o índice IMA-B5+.

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Como funciona o ETF IB5M11?

O ETF IB5M11 é administrado pelo Banco Itaú sendo que é possível investir neste fundo com apenas R$ 100. A sua taxa de administração é de 0,25% ao ano, sendo que o imposto de renda é fixo em 15% para qualquer período de investimento.

O fundo pode ser adquirido por meio de qualquer corretora de investimentos, bastando, portanto, procurar por IB5M11 no home broker da corretora. Ele também pode ser vendido a qualquer momento, pois não possui um prazo para resgate.

Composição do ETF IB5M11

O ETF IB5M11 é composto por diversos títulos do Tesouro que compõem o índice IMA-B5+. Sua rentabilidade soma a variação da inflação acrescida de uma taxa de juros definida no momento da compra dos ativos do índice.

Dessa forma, o peso de cada título é definido de acordo com o volume disponível no mercado financeiro, sendo que o índice IMA-B5+ é rebalanceado mensalmente.

Histórico do ETF IB5M11

O ETF IB5M11 foi lançado no mercado no dia 23 de setembro de 2019 — sendo, portanto um fundo de investimento com pouco histórico.

Mesmo assim, por ser amparado no IMA-B5+, é possível se basear no índice para realizar um cálculo da rentabilidade histórica do etf.

Vantagens do ETF IB5M11

Existem algumas vantagens do ETF IB5M11 como a diversificação de ativos e o baixo custo de aquisição. Visto que os ETFs buscam replicar a composição de um índice de referência. Isso quer dizer que usam uma gestão passiva, com custos mais baixos.

Além disso, também possuem mais eficiência, pois as cotas ajudam em estratégias de investimentos que capturam a rentabilidade de todo setor. Ademais, também possuem flexibilidade,s podem ser negociados por meio de qualquer corretora de valores.


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Desvantagens do ETF IB5M11

Por se tratar de um ETF, uma das principais desvantagens do ETF IB5M11 é que há uma ausência da análise fundamentalista na escolha dos ativos que irão compor o pacote.

Também não é possível escolher os ativos visto que a gestão é passiva — e, por essa razão, as vezes acaba-se pegando alguns ativos bons e outros nem tanto.

Vale a pena investir no ETF IB5M11?

Para quem busca diversificar os investimentos de maneira prática e com baixo custo, investir no ETF pode ser uma opção bastante interessante.

No entanto, como há uma ausência de análise sobre a qualidade dos ativos, eles podem deixar a desejar. Por isso, pode ser uma opção para investidores que não possuem muito tempo para a realização de análises.

Foi possível compreender o que é o ETF IB5M11? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.


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B5MB11: entenda o que é e como investir nesse ETF

Investir em renda fixa nem sempre é algo simples. Porém, para quem não possui nem tempo e nem conhecimento, ativos com uma carteira selecionada por terceiros, como o B5MB11, pode ser uma boa alternativa.

Dessa forma, para quem está começando no mercado financeiro e não deseja correr muitos riscos, investir em ETFs como o B5MB11 pode ser uma estratégia interessante de investimento de longo prazo.

O que é o B5MB11?

O B5MB11 é um ETF, lançado pelo banco Bradesco, que segue o índice IMA-B5+ da Anbima, investindo assim em um conjunto de papéis do Tesouro Direto indexados à inflação com prazo de vencimento igual ou superior a cinco anos.

Também chamado de ETF Bradesco IMAB-5+ Fundo de Índice, esse ETF segue a mesma lógica que o IB5M11, lançado um pouco antes pelo Banco Itaú (ITUB4) e divulgado pelo It Now.

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Como funciona o B5MB11?

O ETF B5MB11 é administrado pelo Banco Bradesco, com uma taxa de administração de 0,20% ao ano e tributação de 15% de imposto de renda sobre o ganho de capital.

As integralizações ou resgates de cotas poderão ser feitos através de agentes autorizados, respeitando os lotes mínimos do fundo de 300 mil cotas.

Sendo que as cestas de integralização e resgate são compostas de no mínimo 95%  do seu valor representado por títulos do IMA-B.

Composição do B5MB11

O ETF é atrelado ao índice IMA-B5+, sendo que 95% da sua carteira é composta por ativos financeiros relacionados diretamente a esse índice.

Desse modo, ele é um fundo de gestão passiva, onde a cesta de ativos é composta por ações que compõem o IMA-B5+, tendo a sua rentabilidade variando de acordo com este indicador.


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Histórico do ETF

O B5MB11 foi lançado no mercado no dia 11 de dezembro de 2019 tendo por gestor o Bradesco Asset Management S.A. DTVM e como custodiante e administrador o Banco Bradesco S.A.

Por se tratar de um ETF novo, o seu histórico de rentabilidade ainda não completou um ano. Porém, como a cotação do B5MB11 é atrelada ao índice IMA-B5+, nos últimos 12 meses a rentabilidade foi de 8,59% ao ano.

Vantagens do B5MB11

Dentre as principais vantagens do B5MB11 podemos citar a diversificação dos ativos e o baixo custo de aquisição. Isso porque ele possui uma gestão passiva que representa menos custos.

Além disso, é um investimento mais eficiente, pois as cotas ajudam em estratégias que capturam a rentabilidade de todo o setor. Ademais também possui bastante flexibilidade para quem deseja investir.

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Desvantagens do B5MB11

Como o B5MB11 é um ETF há, portanto, uma ausência de análise fundamentalista no momento de escolher os ativos irão compor o pacote.

Por conta dessa gestão passiva, acaba acontecendo de alguns ativos não tão bons comporem a carteira de investimento mesmo eles não sendo desejados pelo investidor.

Vale a pena investir no B5MB11?

Investidores que desejam diversificar os investimentos com baixo custo e de maneira prática, encontram, desse modo, no ETF uma opção interessante de investimento.

Afinal, não é preciso ficar analisando ativos por ativos antes de investir. Contudo, para investidores mais criteriosos que pretendem fazer análise de todos os seus ativos, essa pode não ser uma boa opção.

Foi possível entender o que é o B5MB11? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.


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Saiba o que é e como funciona o pregão da bolsa de valores

Os investidores da renda variável negociam as ações das principais companhias do Brasil durante o famoso pregão da bolsa de valores brasileira, a B3.

Por isso, é fundamental entender o que é o pregão da bolsa de valores e como ele funciona é fundamental para qualquer investidor.

O que é o pregão da bolsa?

O pregão da bolsa de valores é o momento diário destinado para a execução e efetivação das ordens de compra e venda de ativos da bolsa de valores.

Diferente de outros ativos, como os títulos públicos do tesouro, que podem ser negociados em outros momentos, a negociação de ações está restrita ao horário do pregão da bolsa.

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É preciso entender que é possível enviar ordens de compra ou vendas através de uma corretora de valores a qualquer momento.

Entretanto, essa ordem só será executada no horário regulamentar que, neste caso, são os horários destinados ao pregão.

Por exemplo, se um investidor mandou uma ordem de investimento em um sábado, a ação só será concretizada na segunda-feira, após a abertura do pregão.

Quais os horários de funcionamento do pregão da bolsa?

O pregão da bolsa acontece todos os dias úteis da semana, ou seja, todos os dias com exceções de sábados, domingos e alguns feriados.

Durante esse período os investidores podem enviar ordens de compra de ações,  venda e cancelar antigas ordens que estão para ser executadas.

Basicamente, é possível dividir o horário do pregão da bolsa em 3 principais etapas:

  • Pré-abertura;
  • Negociação;
  • Call de fechamento.

Pré-abertura

A pré-abertura, ou o leilão de pré-abertura, são os 15 minutos que antecedem a abertura oficial do mercado a vista e fracionário.

Nesse período o sistema da bolsa registra as ordens de compras e vendas já executadas, mas não as executa.

Uma particularidade interessante em relação ao momento de pré-abertura é que as ordens realizadas nesses momentos não podem ser canceladas, já que estas são utilizadas para a formação do preço de abertura dos ativos.

Negociações

O período de negociações, evidentemente, é o momento em que as ordens podem ser devidamente executadas.

As negociações, atualmente, têm início às 10 horas da manhã e fim as 16:55, com exceção das negociações de mercado a termo que vão até as 17:25.

Call de fechamento

Os últimos instantes do pregão da bolsa de valores são conhecidos como call de fechamento.

O grande objetivo desse momento final do pregão é a manutenção da transparência dos ativos, seguindo as regras utilizadas pelo Sistema Eletrônico de Negociação.


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Pregão da bolsa de valores atualmente

As bolsas de valores, como tudo no mundo, tiveram que se adaptar ao logo do tempo as inovações tecnológicas e digitais.

Antigamente, a maneira mais comum de se negociar ações era através do pregão viva voz, onde o investidor tinha que ligar e/ou registrar manualmente os seus lances e seus respectivos horários.

É evidente que essa forma de se realizar os pregões era muito mais trabalhosa e menos eficiente.

Atualmente, a forma mais comum de se negociar é através do pregão digital, implantado no Brasil desde 1997, onde os investidores executam suas ordens de investimentos através dos seus próprios home brokers.

O pregão da bolsa mais atual é, com certeza, muito mais eficiente e democrático para os investidores.

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domingo, 1 de novembro de 2020

MLCX: saiba mais sobre o Índice MidLarge Caps da B3

Ao decidir investir no mercado financeiro, principalmente em empresas que possuem uma maior capitalização, é fundamental ter como parâmetro um indicador que mostre a evolução dessa classe de ativos no tempo. No caso do Brasil, um bom indicador para isso é o índice MLCX.

Indicadores como o MLCX visam auxiliar os investidores no momento de construir a sua carteira de investimento, entendo a tendência de uma parcela de ativos.

O que é o MLCX?

O MLCX é o índice MidLarge Cap da B3, um índice que representa uma carteira teórica de ativos com que reúne as companhias de maior capitalização negociadas na B3.

Sendo assim, o índice MidLarge Cap abrange tanto ações quanto units, sendo ele um indicador de retorno total, refletindo não só as variações nos preços dos ativos integrantes como também o impacto e a distribuição de proventos por parte das empresas emissoras desses ativos.

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Composição do MLCX

A composição do MLCX é dada por empresas de maior capitalização que estão entre os 85% de maior representatividade no que diz respeito ao valor de mercado de todas as empresas listadas na B3.

Ademais para fazer parte do índice MLCX, o ativo também precisa estar entre os 99% mais negociados no período de vigência das três carteiras anteriores, em ordem decrescente do Índice de negociabilidade, bem como ter presença de 95% em pregão no período de vigência das 3 carteiras anteriores.

É importante enaltecer que um ativo que tenha sido objeto de oferta pública realizada durante o período de vigência de três carteiras anteriores ao rebalanceamento poderá ser elegível.

No entanto, é fundamental que essa oferta tenha sido realizada antes do rebalanceamento imediatamente anterior e que também tenha presença de 95% em pregão desde o início de sua negociação.

Fora isso, o ativo também não pode pertencer à carteira do SMLL nem ser classificado como Penny Stock que são ativos negociados a menos de R$ 1,00. Também fica excluído do índice os BDR´s e ativos de empresas em recuperação judicial e extrajudicial.

Ativos de companhias em regime especial de administração temporária e intervenção também não podem compor o índice.

Histórico do MLCX

O Índice MLCX passou a vigorar em janeiro de 2005, sendo que desde então vem apresentando crescimento gradual. Sua mínima foi alcançada em outubro de 2008 por conta da crise financeira daquele ano.

No começo de 2020 o índice chegou ao valor de 2.281,72 pontos, vindo a cair logo na sequência. Ao acompanhar a evolução dele é possível compor uma carteira com as empresas de maior capitalização na B3.


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Para que serve o Índice?

O MLCX visa indicar o desempenho médio das cotações dos ativos de uma carteira composta por empresas de maior capitalização.

Sendo assim, ele é um índice de retorno total que mostra o preço dos ativos integrantes do índice no tempo. Com isso, o investidor tem um parâmetro para saber o momento certo de comprar e vender um determinado ativo.

É possível investir no Índice MLCX?

Como o índice não possui um ETF atrelado não é possível realizar investimentos nele. Sendo assim ele serve apenas para que o investidor consulte a cesta de ativos presente no indicador.

Foi possível compreender sobre o que é o MLCX? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.


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sábado, 31 de outubro de 2020

Underweight: como interpretar esta análise sobre um ativo?

Diversos termos utilizados no mercado financeiro são desconhecidos pela maior parte das pessoas. Este é o caso do underweight.

O termo underweight é utilizado especialmente quando o assunto é a compra de ativos no mercado financeiro.

O que é underweight?

Underweight, no mercado financeiro, representa um resultado abaixo do esperado para o papel que está sendo analisado. Por isso, ele representa o significado contrário de overweight e outperform, termos usados quando a ação rende acima do esperado em um primeiro momento.

Em tradução para o português, underweight significa “abaixo do peso”. Desta forma, o underweight é, de certa forma, uma sinalização negativa à qual aqueles que já estão investindo em renda variável precisam ficar atentos.

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Afinal, um rendimento abaixo do esperado pode significar prejuízo para quem aplicou suas finanças na ação em questão.

Análises sobre o mercado de ações

A percepção de que uma ação tem rendimento abaixo do esperado não surge do nada. É preciso fazer algumas análises sobre os mercados de ações para chegar a esta conclusão.

Os dois tipos mais utilizados são:

A análise técnica é feita somente de dados da Bolsa de Valores. Seu intuito é, a partir da observação e estudo de determinados gráficos descobrir qual é o melhor momento para ingressar e sair da Bolsa.

Por outro lado, a análise fundamentalista é feita a partir características específicas da empresa que emitiu os papéis e seus fundamentos.

Investidores pessoas físicas costumam considerar recomendações de investimento oriundas de casas de análise antes de comprar (buy) ou vender (sell) ações. Dessa forma, é possível tomar a decisão com base em opiniões de investidores mais experientes.

Sem seguir estas recomendações, o investidor pode ficar mais suscetível a retornos financeiros abaixo do esperado. Isso ocorre pois podem adquirir uma ação de uma boa empresa que possivelmente não está em um preço atrativo no momento de compra.


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Tipos de recomendações do mercado

Após notar a importância de dar ouvidos a uma recomendação, é preciso compreender como ela funciona. Em geral, essas recomendações são dadas por quem assiste o investidor no  mercado financeiro.

Na prática, existem dois tipos de recomendações:

  • As recomendações absolutas;
  • As recomendações relativas.

Recomendações absolutas são aquelas dadas no momento em que se acredita que a ação terá alguma alteração de valor considerável. Aqui, em geral, é indicado comprar (quando a análise for positiva) ou vender (quando negativa) o papel em questão.

Já as recomendações relativas trazem uma análise comparativa a determinados índices, como o Dow Jones ou o Ibovespa. E é nesta segunda opção que aparece o termo underweight.

Ou seja, caso uma empresa tenha uma performance abaixo do esperado relativo ao índice comparativo, ela pode receber essa classificação.

Foi possível saber mais sobre underweight? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.


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