quarta-feira, 22 de julho de 2020

Como funciona o saque-aniversário do FGTS? Entenda!

Em julho de 2019, o governo federal alterou as regras relativas ao saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Desde então, têm surgido muitas dúvidas sobre como funciona o saque-aniversário.

Com o novo modelo, trabalhadores podem retirar parte do FGTS uma vez por ano. Entretanto, o profissional perde o direito ao saque em caso de demissão sem justa causa. O recebimento vai acontecer no mês do aniversário.

Mas, afinal, como funciona o saque-aniversário do FGTS? Será que qualquer pessoa pode solicitar? Quais são as regras para aderir? O que você deve fazer ao retirar os valores? Ele ajuda quem está tentando juntar dinheiro?

Neste post, ajudamos a responder às principais dúvidas sobre o assunto. Confira!

O que é saque-aniversário do FGTS?

Em 2020, passou a valer uma nova modalidade de saque do FGTS, chamada saque-aniversário. Com ele, os trabalhadores passam a ter direito a sacar do Fundo uma vez por ano.

É importante destacar que o saque-aniversário não é obrigatório. Ou seja, o trabalhador pode escolher se vai sacar os valores ou se prefere manter as quantias na sua conta.

Quais são as regras para aderir ao saque-aniversário?

Quando se fala em saque-aniversário do FGTS, a primeira informação importante é que o benefício não se aplica ao saldo total da conta.

Alíquotas

O contribuinte só pode sacar um percentual da quantia disponível, conforme alíquotas e valores abaixo relacionados:

  • saldo de até R$ 500 — 50%;
  • saldo de R$ 500,01 até R$ 1.000 — 40%, mais uma parcela fixa de R$ 50;
  • saldo de R$ 1.000,01 até R$ 5.000 — 30% mais uma parcela fixa de R$ 150;
  • saldo de R$ 5.000,01 até R$ 10.000 — 20% mais uma parcela fixa de R$ 650;
  • saldo de R$ 10.000,01 até R$ 15.000 — 15% mais uma parcela fixa de R$ 1.150;
  • saldo de R$ 15.000 até R$ 20.000 — 10% mais uma parcela fixa de R$ 1.900;
  • saldo superior a R$ 20.000,01 — 5% mais uma parcela fixa de R$ 2.900.

Dessa forma, quanto maior o valor na conta, menor será o percentual que o trabalhador pode sacar.

Por exemplo, se seu saldo for de R$ 2.000 em contas de FGTS, você poderá retirar 30% do total (R$ 600), mais uma parcela de R$ 150.

Limites

O contribuinte que optar pelo saque-aniversário não poderá retirar o saldo total da conta no caso de demissão sem justa causa. Isso significa que, se você for demitido, não terá acesso aos valores do FGTS, como normalmente aconteceria.

Em situações como essa, em geral, o trabalhador passa a ter direito ao recebimento da multa de 40%, além de outros direitos. Com a escolha pelo saque-aniversário, portanto, a retirada passa a ocorrer apenas no mês do aniversário, independentemente de qualquer situação.

Requerimento

O saque-aniversário não é obrigatório. O prazo para fazer a solicitação do benefício será o último dia útil do seu mês de aniversário. Depois disso, o trabalhador só terá direito ao resgate no ano seguinte.

Por exemplo, imagine que você faz aniversário no dia 16 de novembro. Terá até o dia 30 desse mesmo mês (se não cair em um fim de semana) para a realizar a adesão. Caso a sua adesão ocorra a partir do dia 1º de dezembro, você só terá direito a retirar os valores no próximo ano.

Prazos

Além do prazo para adesão, mencionado acima, há outros dois aspectos temporais que têm de ser considerados.

No primeiro, relativo ao período de retirada, o interessado deve consultar o calendário do saque do FGTS, disponibilizado pela Caixa Econômica Federal.

O segundo está relacionado à desistência do benefício. Quem fizer o saque-aniversário só poderá retornar à modalidade anterior (retirada total do Fundo no caso de demissão sem justa causa) após dois anos.

O que avaliar antes de optar pelo saque-aniversário?

A primeira dica é que você consulte o saldo do FGTS. Conhecendo os valores disponíveis na sua conta, fica mais fácil analisar a vantagem — ou desvantagem — de optar pelo recebimento anual dos valores.

O destino que você pretende dar ao que for sacado do seu Fundo também deve ser analisado. Por exemplo: está planejando a sua aposentadoria? Quer aplicar os valores em um produto financeiro específico? Qual é a rentabilidade do Fundo de Garantia se mantido na conta da Caixa, em comparação à de outros produtos disponíveis no mercado?

Portanto, antes de tomar a decisão, é fundamental entender qual é o seu caso em particular e os seus objetivos quanto à destinação do dinheiro.

O que fazer ao retirar o valor do saque-aniversário do FGTS?

Você está se perguntando se deve ou não optar pelo saque-aniversário? Então, entenda melhor as vantagens de retirar os valores disponíveis no seu Fundo de Garantia.

Em 2019, a rentabilidade do Fundo de Garantia foi 6,18% ao ano — ou 0,515% por mês. Sendo 3% ao ano (fixo) mais a Taxa Referencial (TR), que foi zerada, somada à distribuição de 100% do lucro líquido do fundo.

Esse é um fato importante e que deve ser considerado quando você optar pelo saque do seu FGTS.

A rentabilidade não é a mais interessante. Por isso, é válido realizar o saque das quantias de forma estratégica, aplicando-as em produtos mais seguros e rentáveis. Mas lembre-se: sacar os recursos para pagar dívidas também pode ser uma boa ideia. Por outro lado, retirar o FGTS para gastar com consumo de supérfluos não é o melhor caminho.

É por esses motivos que a avaliação deve ser feita individualmente, considerando suas particularidades. Para isso, entenda qual é o seu perfil e sua faixa salarial, analisando questões como tributação e objetivos de vida a curto, médio e longo prazo.

Pensando sob a perspectiva econômica, é mais vantajoso ter o dinheiro na mão e poder fazer um uso inteligente desses recursos. Por isso, aderir ao saque-aniversário pode ser a melhor alternativa.

Você tem interesse em ver o seu dinheiro render bem? Use o saque-aniversário com inteligência, aplicando os valores em produtos mais seguros e que ofereçam uma boa rentabilidade. Gostou deste artigo sobre como funciona o saque-aniversário? Então, assine a nossa newsletter e tenha acesso a dicas de como aplicar o seu dinheiro!

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O que são fundos de investimentos e quais os melhores para investir?

Os fundos de investimentos são opções interessantes para diversificar sua carteira. Existem diferentes tipos de fundo, cada um com características e facilidades próprias. Escolher a modalidade certa pode fazer a diferença na hora de investir, aumentando seus ganhos gradativamente.

Mas antes de começar a aplicar seu dinheiro, é necessário entender um pouco mais sobre o tema. O que são fundos de investimentos? Quais são os melhores fundos para 2020? Como começar a investir? Quais são as taxas inclusas?

Tire suas dúvidas sobre fundos de investimentos e saiba como eles podem ampliar seus rendimentos. Continue a leitura!

O que são fundos de investimentos?

Os fundos de investimentos formam uma modalidade de aplicação financeira que reúne recursos de diversos cotistas. Esses cotistas aplicam em uma cesta de ativos variada, de mercados diferentes, e pagam um valor a uma terceira parte para gerenciar os recursos. Em resumo, os fundos de investimentos são estruturas formalizadas de investimento coletivo.

Os ativos podem incluir títulos públicos, cambiais e de renda fixa, fundos imobiliários, ações, commodities, entre outros. Se o fundo é bastante diversificado, os riscos são menores para quem participa.

Os fundos de investimentos seguem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e têm regulamento próprio. Nesse documento, são apresentadas as normas referentes à política de investimento, aos riscos das operações, às taxas administrativas, ao regime de tributação, entre outros pontos.

Portanto, se você decidir comprar cotas de um fundo, aceitará suas regras de funcionamento e terá os mesmos direitos dos outros cotistas. Isso independentemente da quantidade de cotas que você possui, já que as normas e vantagens são iguais para todos os participantes.

Por que é importante considerar fundos de investimentos na carteira?

Para ampliar sua rentabilidade, diversificar a carteira é o primeiro passo. Nesse caso, os fundos de investimentos são vantajosos porque é possível acessar investimentos a um custo menor e com valores mínimos mais baixos.

O patrimônio de um fundo de investimento é a soma de todos os recursos aplicados por seus diferentes cotistas. Entretanto, quem fará esse monitoramento é um gestor — cujo auxílio é fundamental para quem está começando. O apoio de um especialista faz toda a diferença nesse momento, tanto para administrar o dinheiro quanto para tirar suas principais dúvidas.

Considerar fundos de investimentos na carteira é importante aos que desejam acompanhar com frequência o desempenho das aplicações. Outras vantagens são:

  • rapidez na aplicação e no resgate de cotas;
  • diversificação da carteira;
  • união de vários perfis de pessoas, com objetivos diferentes;
  • auxílio de profissionais que se dedicam exclusivamente à carteira de investimentos;
  • custos com corretagem divididos igualmente entre todos os participantes.

Quais são os melhores fundos de investimentos para 2020?

Agora que você já sabe o essencial sobre fundos de investimentos, veja quais são as melhores opções para investir em 2020.

1. BNP Paribas Inflação FI RF

Esse fundo de renda fixa tem aplicação mínima de R$ 5.000. Entre março de 2019 e março de 2020, sua rentabilidade acumulada chegou a 19,92%. A taxa de administração é de 0,50% ao ano.

2. XP REF FIRF REF DI CP

No mês de abril de 2020, o XP Referenciado FIRF REF DI CP rendeu 0,52%, equivalente a 100,53% do CDI. O retorno acumulado em 12 meses é de 6,43%. A taxa de administração é de 0,40% e conta com aplicação mínima de R$ 500. 

Em relação aos outros fundos, esse é uma opção mais atrativa para quem quer começar aplicando com valores menores.

3. BTG Pactual Tesouro IPCA Curto FIRF

Entre março de 2019 e março de 2020, o BTG Pactual Tesouro IPCA Curto FIRF apresentou rentabilidade de 12,63%. A taxa de administração é de 0,20% e a aplicação mínima é de R$ 3.000.

4. XP Inflação Referenciado IPCA FI Renda Fixa LP

De março de 2019 até março de 2020, a rentabilidade desse fundo chegou a 12,98%. A taxa de administração é de 0,80% e a aplicação mínima é de R$ 5.000.

5. INTER + IBOVESPA ATIVO FIA

Esse fundo de ações tem aplicação mínima de R$ 10.000, com taxa de administração de 3,70% ao ano. A rentabilidade dos últimos 12 meses chegou ao valor de 10,12%.

6. FIA CAIXA INSTITUCIONAL BDR NÍVEL I

Esse fundo de investimentos em ações da Caixa Econômica Federal tem aplicação inicial de R$ 10.000. A taxa de administração é de 0,70% ao ano. Entre julho de 2019 e junho de 2020, a rentabilidade acumulada foi de 54,58%.

No entanto, para saber qual é o melhor fundo, é necessário entender um pouco sobre análise fundamentalista e conhecer os principais índices econômicos. Você também pode pedir auxílio a um profissional qualificado para entender qual é o melhor caminho.

Como começar a investir em fundos de investimentos?

Primeiro, escolha aquele fundo que esteja adequado às suas metas e aos seus objetivos. Quanto você pretende investir? Qual é o valor da taxa de administração? A porcentagem de tributos é muito elevada? Tais perguntas são essenciais para iniciar o seu planejamento financeiro.

Em seguida, entre em contato com uma corretora ou instituição financeira para ajudar você a escolher o melhor fundo. A estratégia será elaborada pelo gestor, que fará a organização das cotas. Contudo, mesmo que uma equipe de profissionais seja responsável pelos resultados do fundo, você sempre pode aproveitar para estudar mais sobre o tema.

Procure também se informar sobre qual será o retorno do fundo escolhido. Ele pode estar ligado a um indicador de referência, como o CDI e o Ibovespa. Se você for investir no setor imobiliário, por exemplo, pode seguir o índice IFIX para acompanhar os ativos que integram esse mercado.

Conhecer assuntos relacionados a investimentos e aplicações só trará bons resultados para a sua vida financeira. Parece complicado, mas com bastante paciência e perseverança será cada vez mais fácil entender sobre fundos de investimentos.

Como vimos, existem diferentes tipos de fundos de investimentos, cada um com características, taxas e tributos próprios. Essa modalidade é ideal para quem busca diversificar a carteira e ampliar os rendimentos de maneira significativa. Se você quiser se aprofundar no tema, não se esqueça de seguir a Magnetis nas redes sociais. Estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn, Twitter e YouTube!

análise de investimentos

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Como montar uma carteira de investimentos diversificada?

biblioteca financeira

Você já ouviu falar da diversificação da carteira de investimentos? Existe um ditado muito popular que diz que não devemos deixar todos os ovos na mesma cesta. Isso faz todo o sentido para o mundo dos investimentos.

Afinal, deixar todo o dinheiro parado em um só lugar é arriscado — além de nem sempre oferecer os melhores retornos. Nesse caso, o melhor é distribuir o dinheiro em diferentes tipos de investimento. Tudo de acordo com o seu perfil de risco e buscando a melhor rentabilidade possível.

Neste artigo, vamos mostrar como é possível montar uma carteira de investimentos diversificada. Quer aprender mais sobre o assunto e tomar melhores decisões para o seu patrimônio? Então confira a seguir!

O que é uma carteira de investimentos?

A carteira de investimentos é o portfólio de investimentos de uma pessoa, ou seja, um conjunto de escolhas de onde alocar seu patrimônio. Ela pode conter títulos de renda fixa e variável ou até de ambas.

A forma como você compõe a sua carteira de investimentos afeta diretamente o seu patrimônio. Isso significa que qualquer decisão equivocada pode levar a prejuízos financeiros.

A diversificação de investimentos é importante para que você distribua o dinheiro entre vários papéis de forma equilibrada. Com isso, se um não tiver um desempenho muito bom, os outros podem ser suficientes para suprir as perdas.

Quais são os primeiros passos para montar uma carteira de investimentos?

Existem algumas diretrizes importantes a serem seguidas na hora de montar uma carteira de investimentos. É importante considerá-las a fim de escolher boas aplicações e aumentar as chances de ter bons rendimentos. A seguir, explicamos melhor essas boas práticas.

Conheça seu perfil de investidor 

O primeiro passo para começar a investir de forma mais diversificada é abrir uma conta em uma corretora de valores. Nela, você descobre qual é o seu perfil de investidor, também conhecido no mercado como suitability.

Nesse caso, você responde a algumas perguntas e na mesma hora fica sabendo qual é o seu perfil. Ele pode ser conservador, moderado ou arrojado, sendo este último o que tem uma disposição maior para os riscos.

Essa informação, aliada aos seus objetivos, ajuda a identificar quais produtos são os mais adequados para incluir na sua carteira de investimentos. Por exemplo, imagine que você queira comprar algo daqui a seis meses. Se você tem um perfil conservador, a tendência é que seu portfólio tenha títulos de renda fixa.

É importante destacar que esse teste é uma exigência da CVM— Comissão de Valores Mobiliários. A ideia é que as corretoras e assessoras de investimentos conheçam melhor o perfil dos clientes. Assim, elas também podem sugerir aplicações adequadas.

Defina o tempo da aplicação

Não é à toa que existe a expressão “tempo é dinheiro”. De fato, o tempo é um fator essencial quando o assunto é dinheiro. Afinal, os juros compostos precisam disso para agir e trazer rentabilidade. Isso quer dizer que quanto mais você deixa seu capital investido, maiores serão as chances de ter retornos satisfatórios.

O tempo está diretamente ligado ao prazo que você define para conquistar um objetivo. Por exemplo, a formação de uma reserva de emergência não terá o mesmo intervalo que a compra de um carro novo. Muito menos que a sua aposentadoria, que é pensada para o longo prazo.

Isso vai interferir nas escolhas que você faz, definindo quais aplicações farão parte do seu portfólio. Da mesma forma, é o tempo que ajuda a aumentar o seu patrimônio. Sendo assim, quanto maior é o prazo do investimento, maior é a chance de ter bons retornos.

De certa forma, podemos dizer que isso também traz mais segurança para a sua carteira de investimentos. Se você tem um plano de longo prazo, sofrerá menos com as oscilações do mercado do que aqueles que investem pensando em um curto período.

Estipule o valor para investir

Você pode fazer apenas um aporte e deixar o dinheiro render. Também pode fazer aplicações periódicas, visando aumentar o patrimônio. Esse é o ideal, já que a consistência ajuda a alcançar os objetivos com mais rapidez.

Se decidir fazer aportes mensais, não se esqueça de determinar o valor que será investido. Nesse momento, é importante ter objetivos bem-definidos e saber quando eles precisam ser realizados para ter uma ideia de quanto será necessário investir mensalmente.

Para alcançar objetivos mais ambiciosos, é necessário conciliar:

  • os valores aportados;
  • os riscos do investimento;
  • o tempo.

Portanto, se você pretende juntar dinheiro para comprar uma casa, já sabe que essas três variáveis vão importar. Se a ideia é pagá-la em cinco anos, por exemplo, precisará fazer aportes muito altos e, de preferência, investir em renda variável. Mas embora ela possa trazer retornos maiores, os riscos são proporcionais.

Percebe como essa tríade afeta suas decisões? Sempre que você mexe em algum item dessa equação, é preciso encontrar uma forma de equilibrar os outros dois. A diversificação da carteira de investimentos vai ajudar a encontrar as opções mais adequadas, mesclando os produtos.

Equilibre os aportes com o seu orçamento

Você já sabe, em média, quanto precisa direcionar para os seus investimentos. Porém, certifique-se de que esse valor esteja dentro do seu orçamento. Assim, é possível honrar os compromissos todos os meses.

Se for o caso, veja maneiras de reduzir os gastos supérfluos. Essa atitude permite que você tenha uma margem ainda maior para investir e ampliar a sua carteira.

Escolha os ativos

Agora, é o momento de partir para a prática. É aqui que se começa a escolher os investimentos que serão feitos, dando início à formação da sua carteira. Lembre-se do seu perfil de risco e estude bastante sobre o assunto antes de começar a aplicar o seu dinheiro.

Se achar que essa é uma tarefa complicada ou não quer perder tempo analisando relatórios, conte com ajuda especializada. Uma assessoria de investimentos pode ajudar na gestão da sua carteira.

Ela considera seu perfil, seus objetivos e o seu capital disponível para sugerir os produtos mais adequados. A ideia é formar uma carteira que dê uma boa rentabilidade, respeitando a sua tolerância aos riscos.

Por que é preciso diversificar a carteira?

Dentro dos perfis conservador, moderado e agressivo, as carteiras são montadas com maior ou menor quantidade de renda variável e fixa. No caso dos que buscam uma rentabilidade maior e aceitam correr mais riscos, o portfólio tende a ter uma fatia maior em renda variável.

Contudo, ainda assim, certo percentual da carteira dessas pessoas ainda será voltado para a renda fixa. Isso ocorre para que parte do patrimônio fique protegido das grandes oscilações do mercado.

A estratégia é especialmente importante se pensarmos em um contexto de crise econômica. Já pensou perder todo o seu dinheiro investido em ações de uma empresa que quebrou?

A diversificação da carteira visa reduzir esses riscos e atingir os seus objetivos. Para isso, o valor a ser investido é colocado em aplicações diversas, levando em consideração:

  • seu perfil de risco;
  • seus objetivos;
  • seu capital disponível para investir;
  • o grau de liquidez dos produtos.

Com essas informações, é possível definir a composição da carteira e como os investimentos serão distribuídos. Ela poderá conter fundos de investimentos, ações, títulos públicos, entre outros.

Como criar uma carteira de investimentos diversificada?

O direcionamento da vida financeira é o principal passo para assegurar seu sucesso nesse âmbito. Se você já tem a sua reserva de emergência formada, que deve ser investida separadamente, vai partir para a criação de uma carteira diversificada.

O ideal é ter conhecimento sobre:

  • como o mercado financeiro funciona;
  • como as oscilações afetam os investimentos;
  • como acompanhar relatórios (no caso de quem investe em ações);
  • o que é análise fundamentalista.

Essas, entre outras questões, vão ajudar na hora de tomar decisões e fazer com que elas sejam mais acertadas. Sem uma boa base de conhecimento, as chances de ter prejuízos financeiros são grandes.

Por que contar com uma assessoria de investimentos?

A assessoria de investimentos faz todo o trabalho de buscar os melhores ativos, de acordo com o seu perfil, e recomendar a carteira mais adequada. Além de ter tudo a ver com as suas necessidades e expectativas, ela já vem diversificada. Ou seja, você não precisa ter esse esforço de ir atrás das melhores aplicações.

Contar com um parceiro confiável é fundamental para diversificar sua carteira de investimentos de forma mais acertada. Assim, você conta com a orientação de especialistas, que estão sempre buscando as melhores opções. É uma comodidade que ajuda a potencializar os seus ganhos.

A Magnetis, por exemplo, além de sugerir bons ativos, faz o chamado rebalanceamento de carteira. Trata-se de um processo que remaneja a distribuição dos investimentos nos ativos que compõem o portfólio. O objetivo é preservar o seu patrimônio e encontrar novos caminhos que vão ajudar a alcançar seus objetivos.

Afinal, mudanças podem ocorrer com o tempo por conta de fatores como:

  • preço dos ativos;
  • mudança de gestão da empresa (no caso de ações);
  • aquisições e fusões de empresas;
  • acidentes ambientais;
  • questões políticas;
  • decisões econômicas.

Variáveis como essas afetam os preços dos ativos, causando sua oscilação para mais ou para menos.

Uma das opções para quem não vê problema em correr um risco mais alto e quer diversidade na hora de investir é a carteira virtual. Ela serve para armazenar, operar compra e venda, fazer transferências e conferir seu saldo de criptomoedas, como Monero, Ripple, bitcoin, entre outras.

Para a parte da carteira que deve se manter conservada, os Fundos DI são boas opções. Eles têm um percentual mínimo de 80% composto por títulos públicos federais, cotas de fundos de investimentos em renda fixa ou ativos de baixo risco.

Você se interessou pela possibilidade de diversificar a sua carteira de investimentos? Essa estratégia protege o seu patrimônio e aumenta as chances de rentabilizar mais. Aproveite para descobrir o seu perfil de investidor e contar com a ajuda da Magnetis para montar um portfólio adequado!

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8 livros sobre investimentos que todo mundo deveria ler

A leitura de alguns livros sobre investimentos pode ajudar a ampliar os seus conhecimentos sobre o mercado financeiro. Além disso, essas obras também auxiliam a tomar decisões mais acertadas a respeito do rumo que você dá para o seu dinheiro.

Por se tratar do seu patrimônio, construído com muito esforço e ao longo dos anos, todo cuidado é pouco. Quanto mais conhecimento você conseguir absorver sobre o assunto, melhor será para elaborar estratégias com potencial de trazer bons resultados. Isso é importante na hora de escolher ações, fundos (como um fundo espelho ou um multimercado) e vários outros tipos de investimentos.

Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 8 materiais indispensáveis que vão ajudar desde os iniciantes até os mais experientes. Continue a leitura para saber quais são eles e o que oferecem para os leitores!

1. Como organizar sua vida financeira

Gustavo Cerbasi é um brasileiro bem conhecido no ramo de investimentos e finanças pessoais. Uma de suas obras, “Como organizar sua vida financeira”, traz ensinamentos que vão ajudar a tratar o orçamento doméstico com mais inteligência.

Para isso, oferece dicas que vão desde como controlar as despesas familiares até algumas ferramentas que ajudam a gerenciar o dinheiro. A ideia é que você consiga organizar a vida financeira e, por meio disso, ter um estilo de vida ainda melhor.

Uma leitura básica para quem está dando os primeiros passos para organizar o orçamento, colocar as contas em dia e saber como começar a investir. Se você tem o objetivo de formar patrimônio, comece por aqui.

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2. Axiomas de Zurique

O autor Max Gunther apresenta a atuação de banqueiros suíços e ensinamentos para que as pessoas possam ganhar dinheiro em qualquer lugar do mundo.

O livro traz métodos que podem ser usados em qualquer lugar, independentemente das condições financeiras e econômicas da região. Para tanto, mostra conceitos como:

  • instituição;
  • riscos;
  • padrões;
  • mobilidade;
  • intuição;
  • esperança.

A leitura é recomendada para quem está começando ou já começou a investir no mercado financeiro. Para os mais experientes, por outro lado, o livro pode não acrescentar tanto conhecimento.

3. O homem mais rico da Babilônia

Esse clássico não poderia ficar de fora da nossa lista de livros sobre investimentos. “O homem mais rico da Babilônia”, escrito por George Samuel Clason, trata basicamente sobre como resolver problemas ligados às finanças e multiplicar riquezas.

Como o nome sugere, o livro foi escrito com base nas boas práticas dos babilônios, que incluem:

  • buscar conhecimento (além dos lucros);
  • aprimorar as habilidades;
  • evitar o desperdício de recursos;
  • honrar os compromissos em dia;
  • garantir uma renda visando o futuro.

4. Investindo em ações no longo prazo

Esse livro deveria estar na cabeceira de toda pessoa que prefere os investimentos de longo prazo. Ele contribui para o entendimento de como o mercado funciona, apresentando conhecimentos relevantes sobre tendências históricas.

Se você quer se tornar uma pessoa que investe visando carteiras de longo prazo, não pode deixar de conferir essa leitura. Por outro lado, a obra não é voltada para a atividade de um trader, que faz transações em curtos períodos de tempo.

Jeremy Siegel faz uma excelente análise sobre a bolha imobiliária americana, a chegada da crise financeira e a recessão que se espalhou pelo mundo.

5. O investidor inteligente

O livro escrito por Benjamin Graham foi publicado em 1949. O que o torna tão recomendado, mesmo depois de todos esses anos? O tema central da obra aborda questões como fundamentos que devem ser aprendidos por quem quer investir em renda variável.

Com algumas lições compartilhadas de sua filosofia de vida, Graham aponta também vários conceitos do mercado financeiro e de economia. Tudo isso com alguns exemplos e buscando fazer um paralelo com acontecimentos históricos.

6. O jeito Warren Buffett de investir

Se você começou a buscar conhecimentos sobre o mundo financeiro, já deve ter ouvido falar de Warren Buffett. Ele é um dos nomes mais importantes dos investimentos financeiros, principalmente por ter feito sua fortuna de uma forma que qualquer outra pessoa pode tentar.

Nesse livro, Robert G. Hagstrom mostra os 12 princípios que formam a base da estratégia de investimentos de Buffett. Esses ensinamentos podem ser adaptados de acordo com a disponibilidade e situação financeira de cada pessoa. Além disso, a obra também contempla algumas lições valiosas para aqueles que querem investir na bolsa.

O assunto é abordado de maneira simples, para que as estratégias adotadas por Buffett sejam compreendidas por qualquer um. Quer aprender mais sobre o mercado financeiro? Então, não deixe de absorver os conhecimentos que essa lenda do mercado vai proporcionar.

7. Fora da curva

No mundo dos investimentos, não existe receita de bolo. Cada pessoa cria estratégias diferentes, de acordo com seus objetivos, suas necessidades e seu perfil de risco. Porém, existem algumas lições que podemos aprender e absorver antes de tomar nossas decisões.

O propósito dessa obra é explicar casos de 10 investidores renomados no Brasil. Entre eles estão:

  • Antonio Bonchristiano;
  • José Carlos Reis de Magalhães Neto;
  • Luiz Fernando Figueiredo;
  • Florian Bartunek;
  • André Jakurski.

8. Pai rico, pai pobre

Quando falamos de livros sobre investimentos e finanças pessoais, “Pai rico, pai pobre” sempre aparece nas listas. O sucesso não é por acaso. Com uma leitura leve, mas bem interessante, o autor, Robert Kiyosaki apresenta diversos conceitos sobre:

  • educação financeira;
  • finanças pessoais;
  • relação com o dinheiro.

A obra foi escrita a partir de vivências do próprio autor. Ele conta a história dos dois pais: o biológico e um de seus grandes amigos, que compartilhava diversas lições de vida.

O pai biológico representa o pai pobre. Já o rico foi o que passou vários conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais para Kiyosaki. Com base nas diferenças de tratamento, ele faz diversas reflexões sobre como pessoas bem-sucedidas pensam e controlam seus patrimônios.

Essas são apenas algumas das opções de livros sobre investimentos que oferecem uma excelente base para entrar no mercado e aprender mais sobre seu funcionamento. O interessante é que eles abordam desde questões mais básicas, como finanças pessoais, até as mais complexas, como análises para investir na bolsa.

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Veja 7 dicas definitivas de como se organizar financeiramente

Se você chegou até aqui, é sinal de que deseja aprender como se organizar financeiramente, e isso é muito bom! Afinal, é assim que devemos agir em épocas de crise: buscando conhecimento e repensando nossa relação com o dinheiro.

Deixe o pessimismo de lado e aproveite o momento para dar um novo rumo para sua vida financeira. Afinal, sempre é hora de eliminar hábitos ruins, economizar e retomar o controle da situação.

Para ajudar você, selecionamos 7 dicas que realmente fazem a diferença. Acompanhe!

Por que manter as finanças organizadas?

Antes de apresentarmos os passos para uma vida financeira próspera, é importante destacar a importância de se dedicar a essa organização. É uma oportunidade para você entender como o controle das receitas e despesas afeta toda a sua vida.

Sem dúvidas, quem não consegue lidar bem com o dinheiro sofre de diferentes maneiras. O estresse, a preocupação e a desmotivação podem causar um verdadeiro caos na vida de uma pessoa.

Sendo assim, podemos dizer que cuidar das finanças é uma maneira de preservar sua saúde, seus relacionamentos e sua qualidade de vida. Além de, é claro, assegurar uma aposentadoria feliz e tranquila.

desafio 52 semanas

Como se organizar financeiramente? As 7 dicas infalíveis!

Em primeiro lugar, buscar informações sobre como se organizar financeiramente é um passo muito importante. Afinal, por pior que a situação esteja, sempre é tempo de começar e mudar essa realidade.

Além disso, pode até parecer clichê, mas essa não é uma missão impossível. Na verdade, tudo está relacionado a uma mudança de hábitos e à sua capacidade de fazer boas escolhas. Vamos lá?

1. Renegocie suas dívidas

Você tem empréstimos em seu nome e está com dívidas? Nesse caso, sua primeira providência deve ser fazer um levantamento das contas em atraso e tentar renegociá-las com os credores.

O endividamento é um problema para muitos brasileiros, principalmente em um momento de crise como esse que estamos vivendo. Por isso, não se envergonhe dessa situação e dê o primeiro passo para superá-la.

É interessante buscar descontos para pagamento à vista, quando isso for possível. Se não há capital disponível, negocie boas condições de parcelamento, com prazos e juros que sejam vantajosos.

2. Não faça novas dívidas

De nada adianta negociar dívidas e continuar a gastar dinheiro. Para organizar as finanças, é preciso frear o consumo e evitar novas dívidas.

Nesse momento, é importante estabelecer prioridades e evitar compras parceladas. A aquisição de alguns bens de consumo pode esperar e isso fará toda a diferença para o processo. Comprometer-se com o objetivo é o segredo para o sucesso.

3. Conheça suas receitas e despesas

Você sabe exatamente quanto ganha? E quanto às suas despesas, você sabe quais são os seus gastos fixos e variáveis? Muitas pessoas sequer conhecem essas informações e, por isso, é muito difícil controlar a situação.

Tire um tempo para fazer um levantamento preciso sobre todo o dinheiro que entra e sai da sua conta. Nenhum dado pode ser ignorado, pois isso ajudará a identificar gastos que podem ser cortados.

Contas de telefone, internet, aluguel, gastos com transporte, alimentação, pagamento de impostos… tudo deve estar descrito em sua planilha de gastos.

4. Trace metas financeiras

Se você não sabe aonde quer chegar, dificilmente saberá qual caminho seguir, não é mesmo? Dessa forma, é importante traçar metas financeiras que sejam desafiadoras e, ao mesmo tempo, possíveis de alcançar.

Elas orientarão suas ações e são fundamentais para manter você motivado. Por isso, trabalhar com objetivos claros é a maneira mais fácil de retomar o controle de suas finanças.

Lembrando que as metas devem ser de curto, médio e longo prazo. Nesse primeiro momento, seu objetivo principal é pagar as contas. Mantenha o foco nisso para conseguir superar a má fase e voltar a comprar.

5. Repense o seu padrão de vida

Em momentos de crise, é importante estar disposto a fazer alguns sacrifícios. Quem tem dívidas ou está com as finanças desorganizadas precisa adotar uma postura mais consciente. Ou seja, é preciso repensar o padrão de vida.

Se você tem o hábito de pedir delivery todo fim de semana, comece a reduzir esses gastos e pensar em opções mais baratas. Do mesmo modo, o consumo de determinadas marcas de roupas pode ser evitado.

É importante dizer que essa mudança não precisa ser permanente. Na prática, quanto mais você se dedicar à reorganização, mais rápida será a sua recuperação.

6. Busque uma renda extra

Está no vermelho? Uma boa estratégia é buscar formas de ampliar sua renda, principalmente quando há tempo disponível.

Nos últimos meses, houve uma flexibilização das leis trabalhistas e isso permitiu que mais pessoas se dedicassem ao trabalho freelancer. Aliás, é plenamente possível viver somente com a renda conquistada em trabalhos sem vínculos trabalhistas.

Se você tem alguma habilidade ou conhecimento a compartilhar, não deixe de aproveitar essa oportunidade. Assim é possível quitar suas dívidas, criar uma reserva de emergência e ainda fazer o dinheiro trabalhar a seu favor. Veja algumas sugestões:

  • revender produtos importados, como perfumes e maquiagens;
  • trabalhar como editor de imagens;
  • dar aulas particulares;
  • vender doces e bolos;
  • investir seu dinheiro.

7. Vá atrás de novos conhecimentos

Por fim, vá atrás de novos conhecimentos. Há sempre algo novo para aprender e isso pode ajudar a mudar sua relação com o dinheiro.

Que tal fazer cursos sobre organização financeira ou sobre investimentos? Tire um pouco do seu tempo para buscar informações, aprender sobre a taxa Selic, ler notícias e estudar. Aproveite para engajar seus familiares nesse objetivo. Juntos, logo as finanças estarão reorganizadas.

A educação financeira tem uma importância que merece ser ressaltada. Ela é fundamental para garantir segurança e conforto à sua família e traz inúmeros benefícios. Além de manter suas contas em dia, você terá mais tranquilidade e liberdade para planejar um futuro feliz.

Se você tinha dúvidas sobre como se organizar financeiramente, já sabe que é possível conquistar esse objetivo. Agora é hora de poupar, planejar e começar a investir seu dinheiro. Não importa quanto você possui, comece com o que tem e prospere aos poucos. Quer começar? Então, aprenda a escolher a aplicação financeira ideal para você!

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Radar do Mercado: Neoenergia (NEOE3) registra queda de 18% no lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano anterior

Companhia de energia elétrica divulgou seus resultados referentes ao 2T20 e informou que, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o lucro líquido retraiu 18%. Em comparação entre os seis primeiros meses de 2019 e os seis primeiros meses de 2020, a queda foi de apenas 1%.

A empresa também registrou uma queda nas despesas operacionais equivalente a R$ 711 milhões no 2T20 (-8% vs. 2T19) e a R$ 1,5 bilhão no 6M20 (-5% vs. 6M19), absorvendo a inflação do período, o crescimento da base de clientes das distribuidoras e o aumento de headcount em função dos processos de primarização nas distribuidoras.

Já o Ebitda teve uma queda de R$ 1,1 bilhão em 2T20 – uma contração de 19% em relação ao 2T19 – e de R$ 2,6 bilhões no 6M20 – 3% a menos do que o 6M19 –, impactado pelos efeitos do coronavírus na atividade econômica.

O nível de endividamento não sofreu grandes alterações.

Já na parte de distribuição de energia, a empresa relatou que o consumo residencial apresentou crescimento em todas as distribuidoras, consolidando aumento de 4,9% no 2T20 e de 3,1% no 6M20 em relação aos mesmos períodos de 2019 – impulsionado tanto pelo aumento na base de clientes como pela realidade de isolamento social imposta pela Covid-19.
​
​A análise da classe industrial somada ao mercado livre revelou queda de 13,8% no 2T20 ante o 2T19, principalmente em função dos efeitos da pandemia na atividade econômica. Pelos mesmos motivos, também teve uma retração de 5,5% em relação ao 6M19.

A classe comercial cativa apresentou queda de 24,6% no 2T20 se comparada ao 2T19 – também influenciada pelo isolamento social imposto pela Covid-19. No 6M20, a queda – de 14,1% ante o 6M19 – foi impactada pelos mesmos motivos.

​A queda de consumo da classe rural no 2T20 (-2,4% ante 2T19) e no 6M20 (7,4% ante 6M19) está diretamente associada ao aumento do volume de chuvas no período, o que gerou menor demanda de irrigação, além da própria Covid-19.

As outras classes apresentaram decréscimo de 11,4% no 2T20 em relação ao 2T19 e de 6,9% no 6M20 em relação ao 6M19, refletindo principalmente a queda de consumo de unidades de serviço público em função da Covid-19.


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Morning Call: Reforma tributária, Dólar, União Europeia, Fluxo cambial, Petróleo – EUA e Venda de casas usadas – EUA

“Nós não conseguimos mudar a direção do vento, mas podemos ajustar as velas.” – Dolly Parton

Gráfico do dia

Comparação entre as quatro maiores companhias de tecnologia dos Estados Unidos e todo o mercado japonês

O que aconteceu nas últimas 24 horas?

Reforma tributária

A primeira fase da reforma tributária do Governo Federal foi entregue na terça-feira (21/07) ao Congresso Nacional.

  • O Ministério da Economia indicou que a parte entregue inclui somente a proposta de unificação de PIS e Cofins.
  • Com isso, outros temas, tais como a inclusão de impostos estaduais nesse imposto único, alterações no Imposto de Renda e mudanças na carga tributária, devem vir na segunda parte da proposta.
  • Há bastante tempo, as propostas para a reforma tributária no Brasil vinham sendo discutidas no Senado e na Câmara, mas foram suspensas devido à pandemia da Covid-19.

Dólar

Na terça-feira (21/07), a moeda norte-americana fechou em forte queda em relação ao real, com o otimismo em relação à reforma tributária brasileira.

  • Outro fator que impulsionou o movimento de queda do dólar foi a aprovação de um pacote de 750 bilhões de euros em estímulos econômicos na União Europeia.
  • O Dólar fechou, então, em queda de 2,44% – cotado a R$ 5,212.
  • O valor atingido é o menor desde o dia 23 de junho.
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União Europeia

Após vários dias de negociação, os líderes da União Europeia chegaram na terça-feira (21/07) a um consenso sobre um pacote de estímulos para auxiliar o combate à pandemia da Covid-19.

  • No total, o pacote soma 750 bilhões de euros, dos quais 390 bilhões de euros serão destinados a doações a países do bloco mais fragilizados economicamente – o restante será utilizado em empréstimos a juros baixos.
  • Segundo reportou uma autoridade italiana à Bloomberg, a Itália será a maior beneficiária do pacote. Ela deve receber 82 bilhões de euros em doações e 127 bilhões de euros em empréstimos.
  • De acordo com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o acordo envia um sinal concreto de que a Europa é uma força de ação.

Número de candidatas a vacina contra a Covid-19 por fase de desenvolvimento

O que você deve saber hoje

Fluxo cambial

Fluxo cambial estrangeiro no Brasil será divulgado hoje.

  • O indicador explicita a quantidade de fluxo de caixa de origem internacional direcionada ao Brasil no período.
  • Um valor elevado é positivo para a valorização do real.

Petróleo – Estados Unidos

Estoque de petróleo bruto da Energy Information Administration (EIA) estará disponível para consulta hoje.

  • Os números evidenciam a quantidade de óleo armazenada por empresas americanas e fornecem uma estimativa a respeito de quanto tempo os estoques atuais vão durar.
  • O nível de estoque influencia o preço dos produtos petrolíferos e pode impactar a inflação.

Venda de casas usadas – Estados Unidos

O índice de vendas de casas usadas nos EUA será divulgado hoje.

  • O índice mede o número anualizado de edifícios residenciais vendidos durante o mês anterior.
  • A força do mercado imobiliário dos EUA contribui para a economia como um todo.
  • Valores superiores aos esperados são considerados como positivos/altos para o USD.


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